Sarah
Santiago é um bebê de 4 meses. Ela não sai do hospital desde que nasceu, enfrentando problemas respiratórios
que a levaram a ser entubada e traqueostomisada, além de defeitos urinários,
psicomotores e agravos que a impedem de mover a face, emitir sons e,
posteriormente, falar. Tudo porque, ao nascer com uma má formação, Sarah
precisava ser operada em até 38 horas, mas teve que esperar 9 dias por um leito
na Santa Casa de Misericórdia do Pará, em Belém.
A Mielomeningocele é uma má formação congênita
na medula espinhal. Bebês que nascem com esta condição, se forem operados em
tempo hábil, podem crescer e levar uma vida relativamente normal, com condições
de respirar sem a ajuda de aparelhos, falar, comer, andar, aprender, se
relacionar. Sarah, no entanto, não recebeu o tratamento adequado e, assim, a
Mielomeningocele evoluiu e trouxe consequências como hidrocefalia, paralisia
facial (hipomimia facial), o que a impede de sorrir e fazer outras expressões
com o rosto, bexiga neurogênica, que impede o controle urinário,
Laringomalácia, que resulta na união das cordas vocais, e paradas respiratórias
que a levaram a ser entubada e passar por traqueostomia, um procedimento que já
teve diversas intercorrências e exigiu diversas microcirurgias, trocas de
equipamento, gerando infecções e machucados no já tão sofrido corpo de Sarah.
Sarinha sofre, ainda, de Agenesia
do Corpo Caloso, uma má formação que acomete de 1 a 3 crianças a cada mil
nascimentos e pode gerar atraso no desenvolvimento psicomotor, além de Sopro no
Coração, condição que acontece quando alguma das 4 válvulas do coração
apresenta orifício de passagem reduzido ou que não fecha direito, deixando o
sangue voltar e causando insuficiência cardíaca. Além disso, o tempo de
hospitalização levou a infecção hospitalar, agravando muito a condição do bebê.
Contrariando todas as expectativas negativas,
Sarah manifesta um nível de resistência que possibilitou ao hospital informar
que ela pode ser levada para casa, mediante a condição de que o ambiente possua
os equipamentos adequados para sua sobrevivência: aparelho para aspiração,
respirador e tubo de oxigênio, entre outros.
A família não tem condições financeiras para
aquisição de tais itens. Além disso, também precisa de recursos financeiros
para transferir a menina para São Paulo-SP, onde foram identificadas opções de
tratamento avançadas para a Mielomeningocele que poderão permitir que Sarah
respire sem a ajuda da traqueostomia.
Para divulgar a história de Sarah e angariar
fundos para sua causa, a família criou uma campanha nas redes sociais, com a
página no Facebook “Sarah, meu milagre”, que já conta com mais de 10 mil
seguidores, e abriu uma conta bancária para doações:
Contato para entrevistas: Deyse
Lene (mãe): 091.98440.0407
Informações: Capital Informação
www.capitalinformacao.com.br
(51) 3026-0245 / (11) 3926-9517 /
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