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| Policiais devem reforçar o centro comercial de Belém - Foto: Ascom/PM |
A Polícia Militar reuniu nesta
quarta-feira (30) os comandantes de batalhões de Belém, representantes de
lojistas, empresários e representantes dos principais shopping centers da
região metropolitana para apresentar uma prévia da operação Boas Festas, que
será divulgada oficialmente na sexta-feira (2). Os principais pontos de maior
fluxo de comércio da cidade terão policiamento reforçado, no período de 2 de
dezembro a 2 de janeiro, com ronda de carros, motos, cães, cavalaria e
policiamento a pé.
“Vamos cobrir os grandes centros
até os shopping centers. Todos os locais que concentrem lojistas atenderemos
com o reforço do policiamento. Chamamos os lojistas aqui também para saber a
melhor forma de atender ao público em horários críticos, como a entrada e o
horário de fechamento dos estabelecimentos. Já tínhamos um planejamento, e ele
bateu exatamente com essa necessidade. Os detalhes deverão ser todos divulgados
ainda nesta sexta (2)”, disse o diretor do Departamento Geral de Operações da
PM, coronel Sérgio Alonso.
Entre as principais áreas a
receber reforço estão as avenidas Pedro Miranda, Presidente Vargas, Braz de
Aguiar e Tamandaré, além do Terminal Rodoviário de São Braz, Ver-o-Peso,
shoppings e áreas comerciais do distrito de Icoaraci. Para o sindicato dos
lojistas, a operação garante mais conforto e segurança aos consumidores,
principalmente no período mais próximo ao Natal.
“Aqui vemos a inteligência da
instituição sendo colocada em prática, e o resultado nos agradou bastante, pois
a operação atende a todos os pontos que são de maior fluxo de pessoas neste
período do ano. Vamos auxiliar esta ação imprimindo dez mil cartilhas, que
ajudarão a polícia no trabalho de orientação do cidadão”, disse o presidente do
Sindicato do Comércio Varejista e dos Lojistas de Belém, Joy Colares.
O
número de policiais a ser destacado para a operação ainda será divulgado, mas a
expectativa é que o atendimento às ocorrências se torne mais rápido pelo
aumento do efetivo nos locais, pela rapidez do 190 e pelos grupos de WhatsApp
que serão criados entre lojistas e a Polícia Militar.
