Aterro sanitário tem plano emergencial para o período de chuvas



A Guamá Tratamento de Resíduos está antecipando a ampliação do aterro sanitário de Marituba com a construção da área denominada de Etapa 3A. Com isso, caso haja necessidade, o aterro terá uma área de descarte emergencial de resíduos para garantir a operação eficiente durante o próximo inverno. A obra terá R$ 6 milhões em investimento e é mais uma das melhorias da empresa para adequação operacional do empreendimento que atende 2 milhões de pessoas na região metropolitana de Belém.

 A Etapa 3A terá 30 mil metros quadrados e capacidade de receber até 540 mil toneladas de resíduos ao longo de 12 meses de operação. A construção da nova área estava prevista no projeto original do aterro sanitário para o ano de 2018, mas foi antecipada para que possa receber resíduos no próximo inverno. Com a Etapa 3A, o aterro terá uma segunda área de descarte de resíduos pronta para ser utilizada caso seja necessário.

 “Se as chuvas do próximo inverno ameaçarem a normalidade da operação do aterro, teremos duas frentes de trabalho, assim vamos dividir as equipes e dar mais celeridade à operação. Enquanto uma etapa recebe os resíduos, outra equipe pode concentrar esforços na outra etapa trabalhando na compactação e cobertura dos resíduos já descartados”, explica Carlos Aguilar, gerente responsável pelo aterro.

 A Etapa 3A – assim como todas as áreas do aterro – será construída dentro dos padrões de engenharia e de proteção ambiental exigidos pelo órgão licenciador para um aterro sanitário, seguindo normas da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT). O subsolo é totalmente impermeabilizado com a geomembrana PEAD, manta que impede o contato dos resíduos com o solo o que, por consequência, impede a contaminação do lençol freático. Além disso, a área será equipada com sistema de drenagem de chorume e dispersão de gases.