O Fundo das Nações Unidas para a
Infância (UNICEF) e a Prefeitura de Belém reúnem, nesta quarta-feira 7,
representantes de oito capitais brasileiras para debater avanços e desafios na
redução das desigualdades que afetam a vida de suas crianças e seus
adolescentes. O evento marca o encerramento da edição 2013-2016 da Plataforma
dos Centros Urbanos, iniciativa do UNICEF no Brasil com as prefeituras
municipais de grandes cidades para que estas avancem na garantia dos direitos
de meninos e meninas, em especial dos mais vulneráveis.
Participam do evento o
representante do UNICEF no Brasil, Gary Stahl, os prefeitos de Belém, Zenaldo
Coutinho; Maceió, Rui Soares Palmeira; Manaus, Arthur Virgílio Neto; e
Salvador, Antônio Carlos Magalhães Neto. Também estarão representados os
municípios de Fortaleza, Rio de Janeiro, São Luís e São Paulo.
Durante os últimos quatro anos,
esses municípios contaram com o apoio do UNICEF, que atuou com o Instituto
Paulo Montenegro (IPM), para analisar a fundo seus indicadores na área da
infância e adolescência observando, além das médias municipais, a realidade de
cada sub-região da cidade. A partir dessa análise e da escuta às populações em
geral e aos adolescentes, desenvolveram planos de ação para reduzir as
desigualdades entre os territórios e garantir os direitos de todos os meninos e
meninas, independentemente da região em que moram.
“Os dados revelam que todos os
municípios alcançaram avanços, o que mostra que é possível chegar a cada
criança e adolescente quando há vontade política, engajamento de toda a
sociedade e recursos investidos nos territórios e crianças mais vulneráveis”,
afirma Gary Stahl, representante do UNICEF no Brasil.
Os resultados desse trabalho
serão apresentados no encontro, a partir das 8 horas, no Hangar Centro de
Convenções da Amazônia. Participam dessa iniciativa oito capitais: Belém,
Fortaleza, Maceió, Manaus, Rio de Janeiro, Salvador, São Luís e São Paulo. A
Plataforma dos Centros Urbanos conta com a aliança estratégica da Fundação Itaú
Social e MSC Cruzeiros, além da parceria técnica do IPM, da Rede Conhecimento
Social e do Centro de Promoção da Saúde (Cedaps).

