Segundo a Coordenação Estadual de
DST/Aids, 8.642 pessoas são usuárias de medicamento para tratamento contra o
HIV em todo Pará. Dessas, 8.485 são adultos e 137 crianças. No estado, os
serviços disponíveis pelo Sistema Único de Saúde (SUS) para testagem e
tratamento estão aos poucos sendo descentralizados da capital, e somam ao todo
21 - quatro em Belém, além de 74 postos de testagem no Pará. A lista dessas
unidades está disponível na página da CEDST/Aids (http://aids.saude.pa.gov.br/),
no item Rede de Serviços, onde o internauta pode acessar o endereço dos Centros
de Testagem e Aconselhamento (CTA) e os Serviços de Atendimento Especializado
(SAE).
Dados do Ministério da Saúde divulgados
no dia 30 de novembro revelam que as mortes por HIV/Aids no Brasil nas últimas
duas décadas caíram 42,3% nos últimos 20 anos. O incentivo ao diagnóstico e ao
início precoce do tratamento, antes mesmo do surgimento dos sintomas,
refletiram na redução dessas mortes. A taxa caiu de 9,7 óbitos por 100 mil
habitantes, em 1995, para 5,6 óbitos por 100 mil habitantes em 2015. A epidemia
no Brasil está estabilizada, com taxa de detecção em torno de 19,1 casos, a
cada 100 mil habitantes. Isso representa cerca de 41,1 mil casos novos ao ano.
No Pará, de 2012 a 30 de novembro deste
ano já foram registrados 283 casos envolvendo jovens com idades entre 15 e 19
anos. Somente este ano, 76 jovens, nessa faixa etária, descobriram ser
portadores do vírus Aids/HIV. No entanto, a faixa etária predominante está
entre 20 e 34 anos, totalizando 3.057 casos somados de 2012 a 2016, dos quais
547 descobertos só este ano. Na sequência, figuram as faixas de 35 a 49 anos;
50 a 64 anos; 15 a 19 anos; 65 a 79 anos; 01 a 04 anos; 05 a 09 anos; 10 a 14
anos; mais 80 anos e menos de um ano.

