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| A assinatura do convênio foi celebrada entre os representantes do IFPA, da Fapespa e a Sectet - Foto Agência Pará |
Um grande passo foi dado em Bragança, no nordeste do Estado, para que a região possa
em breve deter e disseminar tecnologia que poderá representar a criação de 510
mil novos alevinos (filhotes) de surubim e piaus geneticamente melhorados com a
ajuda de laboratórios, ao ano. O impacto imediato disso será um acréscimo de
150 toneladas na produção anual de surubins, além de outras 300 toneladas a
mais na produção de piaus, em toda a região bragantina – o que significa uma
previsão de R$ 4 milhões a mais injetados na economia da piscicultura e
aquicultura da região a cada vez que esse ciclo produtivo possa ser repetido.
Esse
é o resultado inicial estimado pela assinatura do convênio 3/2017, celebrado entre o Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia
do Pará (IFPA), a Fundação Amazônia de Amparo a Estudos e Pesquisas do Pará
(Fapespa) e a Secretaria de Estado de Ciência, Tecnologia e Educação
Profissional e Tecnológica do Pará (Sectet). O convênio, assinado no campus de
Bragança do IFPA, garantirá apoio do Governo do Estado às atividades do Centro
de Piscicultura do IFPA (Cepis), que fortalece o Polo Científico e Tecnológico
de Bragança.
O acordo é parte integrante do Protocolo de Intenções do Polo de
Pesca e Aquicultura do Pará. Os investimentos somam R$ 1,8 milhão para a
implantação do Centro de Piscicultura do IFPA (Cepis) em Bragança. O centro
favorecerá a geração de conhecimento e a transferência de tecnologia
relacionados à aquicultura na região e também promoverá formação de
profissionais na área. Desse total, R$ 900 mil é a contrapartida do IFPA no
convênio, que inclui na sua agenda a construção do Laboratório de Biologia
Molecular da instituição, além da instalação de 12 mil metros cúbicos de lâmina
d’água em viveiros para alevinos.

