Vale se pronuncia sobre minas de Onça e de Puma


A Vale informa que a decisão do TRF não traz fato novo ao processo em curso e a empresa recorrerá da decisão junto aos Tribunais Superiores, visando o retorno das minas de Onça e de Puma. Laudos periciais demonstram que o empreendimento não gera qualquer dano ao rio Cateté e às comunidades indígenas. O empreendimento está devidamente licenciado pelas autoridades ambientais locais.

O Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF1) decidiu, na última terça-feira (13), que as comunidades indígenas Xikrin e Kayapó devem ser indenizadas pelos danos ambientais e à saúde sofridos com a Mineração Onça Puma, subsidiária da Vale que atua na extração de ferro-níquel no sul do Pará. Também foi determinada a a paralisação das atividades de exploração mineral, até que a empresa cumpra obrigações socioambientais, apresentando programas mitigatórios e compensatórios em favor das etnias atingidas.