As atividades do Hospital Metropolitano
de Urgência e Emergência (HMUE) para o Círio de Nazaré começam nesta sexta. A
partir das 6h da manhã, pesquisadores, profissionais e residentes da área da
saúde ofertarão cuidados multiprofissionais aos romeiros em uma tenda em frente
à Unidade, na BR-316.
Com uma localização estratégica de
entrada e saída da capital, durante as festividades, em frente ao Hospital
Metropolitano acontece, por diferentes momentos, a passagem da berlinda de
Nazaré. O local também é trajeto de centenas de promesseiros que chegam à
cidade a pé advindos de outros municípios.
Os romeiros passarão por verificação de
pressão arterial, glicemia e avaliação de lesões nos membros inferiores. As
equipes se revezarão na preparação de curativos, aplicação de medicamentos,
massagens, além de fornecer água e lanches para que eles concluam com êxito a
caminhada. Em 2018, foram atendidas mais de 400 pessoas em frente ao hospital
no dia do traslado da imagem, em Ananindeua.
Pelo sexto ano consecutivo, a Unidade do
Governo do Pará, gerenciada pela Pró-Saúde Associação Beneficente de
Assistência Social e Hospitalar, atuará no Círio com três pontos específicos de
atendimento. Além do posto na BR-316, as equipes estarão na balsa flutuante
durante a romaria fluvial e em posto avançado na avenida Presidente Vargas, no
bairro Campina, durante realização da procissão do Círio.
A Balsa de Atendimento Especializado, em
parceria com o Exército Brasileiro e a Cruz Vermelha, estará montada a
estrutura de Unidade de Terapia Intensiva (UTI), com todo o aparato tecnológico
de ventiladores mecânicos, desfibriladores e monitores; além de médicos com
drenos e materiais para intubação disponíveis para dar suporte ao evento. No
ano passado, foi registrado um acidente náutico, que ocasionou no atendimento
de oito pessoas, sem vítimas fatais.
No domingo (13), ocorre a maior e mais
importante romaria, que reúne mais de dois milhões de pessoas. As equipes do
Hospital Metropolitano estarão no Posto de Atendimento da Avenida Presidente
Vargas, também em parceria com a Cruz Vermelha, para realizar os
primeiros-socorros em casos de possíveis desmaios, luxações e cortes. Em 2018,
foram realizados 25 atendimentos no local.
