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| Crédito: Ascom / SEAP |
A quebra de monitoração eletrônica entre os apenados diminuiu 90% entre janeiro de 2020 e janeiro deste ano no Pará. Desse total, 100% das quebras já foram tratadas pela Secretaria de Estado de Administração Penitenciária (Seap). O resultado foi alcançado com a ação rotineira de controle e diversas operações ocorridas em parceria com diferentes forças de segurança do Pará.
Além desses pontos, o critério de perfil
do condenado também é estudado para mediar como a situação deve ser controlada.
Se o monitorado costuma ter um bom comportamento e registro histórico bom, é
feita uma busca com a utilização da equipe biopsicossocial, para entender o que
está acontecendo e quais motivos o levaram para o possível desvio de conduta.
Mas, se o monitorado tem um comportamento problemático ou até mesmo é
considerado evadido - vizinhos e familiares não mantém contato com eles há
meses -, é então efetivado um novo nível de procedimento: desta vez, através de
uma tratativa administrativa, em que se comunica a área de procedimento
disciplinar penitenciário.
Além de permitir mais fiscalização ao custodiado, o aumento de tornozeleiras disponibilizadas também ajuda no processo de desencarceramento, sendo este fundamental para que o público carcerário volte a conviver com familiares.
Os internos são fiscalizados 24 horas por dia e, caso aconteça violação, é acionado o Grupo de Busca e Recaptura da Cime. Ao todo, 3.360 custodiados estão sob uso de tornozeleira eletrônica, o que representa um aumento de 62%.
Atualmente, o processo de reintegração
de custodiados na sociedade tem sido analisado de forma mais cuidadosa pela
Central Integrada de Monitoração Eletrônica da Seap. É através da monitoração
eletrônica que os procedimentos realizados têm a conclusão imediata pela equipe
da Cime.

