O Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) e a Vale renovaram convênio para implantação e proteção das unidades de conservação de Carajás. Em apoio ao órgão ambiental, a empresa e a Salobo Metais irão disponibilizar cerca de R$ 80 milhões para ações de vigilância 24 horas, combate à incêndio e infraestrutura física e logística.
Segundo o chefe do Núcleo de Gestão
Integrada do ICMBio Carajás, André Luís Macedo Vieira, o apoio é fundamental
para conservação. "O apoio da Vale, previsto no Decreto de criação da
FLONA Carajás é um instrumento vital para a conservação do território de
Carajás e da savana metalófila, ecossistema único no mundo e encontrado apenas
no interior das unidades de conservação", diz Macedo.
O mosaico de Carajás também é a maior
área de Floresta Amazônica contínua e conservada no sudeste do Pará. O mapa
mostra a evolução da região desde 1973 até os dias de hoje. Com a animação
feita por imagens de satélite com base em estudo científico do Instituto
Tecnológico Vale percebe-se somente a área protegida pelo ICMBio permanece
conservada, toda área ao redor sofreu degradação, com o avanço da ocupação
humana e de áreas de pastagens. Desde a implantação das primeiras unidades de
conservação na região em 1988, a Vale apoia a proteção.

