Processo criminal do aterro de Marituba está na fase de alegações




A 3º Vara Penal da Comarca de Marituba, que tem à frente o juiz Iran Sampaio, encerrou instrução processual de um dos quatro processos de crimes ambientais em andamento sobre a questão que envolve o aterro sanitário de Marituba. A audiência de instrução e julgamento contou, no dia 13 de dezembro, com a oitiva de duas testemunhas de acusação e o interrogatório dos seis acusados. O processo encontra-se em fase de alegações finais para em seguida ser prolatada a sentença.

As alegações finais são a fase na qual as partes, tanto o Ministério Público quanto a defesa dos acusados, se manifestam sobre todas as provas que foram produzidas ao longo do processo. É com base nela que o juiz dará uma sentença. No Processo nº. 0008812-63.2017.814.0133,  os  seis acusados são respondem pelos crimes previstos nos artigos 60 e 68 da Lei de Crimes Ambientais (Lei nº. 9.605/98), com os artigos 69 e 229 do Código Penal.

Também na fase de alegações finais encontra-se o Processo nº. 0011155-95.2018.8.14.0133. A audiência de instrução e julgamento foi finalizada em 13 de setembro. A denúncia aceita pela Justiça dos dois acusados é pelos crimes previstos na Lei de Crimes Ambientais, em especial nos artigos 60 e 68.

Dois processos criminais em tramitação aguardam respostas às acusações dos demais acusados para que sejam designadas audiências de instrução e julgamento pelo juízo da 3ª Vara Penal de Marituba. São 11 acusados no Processo nº. 0009250-89.2017.814.0133 pelos crimes previstos nos artigos 54, 56, e 68 da Lei de Crimes Ambientais em concurso material de delitos e pessoas nos termos dos artigos 21 a 24 da referida Lei nº. 9.605/98.

Já no Processo nº. 0006409-24.2017.814.0133, os 14 acusados, entre pessoas físicas e jurídicas, respondem pelo crime previsto no artigo 54 da Lei de Crimes Ambientais.