Belém sedia o XXVIII Festival Internacional de Dança da Amazônia- FIDA

  


O Festival Internacional de Música da Amazônia - FIDA, chega a sua 28a edição, como um evento consolidado, que reúne convidados especiais de outros Estados e municípios paraenses.

 Realizado pelas Escolas de Dança Clara Pinto, sob a coordenação da Profa e coreógrafa Clara Pinto, o FIDA é o primeiro festival internacional realizado na região Norte, com o objetivo de possibilitar aulas e intercâmbios com personalidades da dança do cenário nacional e internacional. 

O FIDA transformou-se em um aglutinador de grupos profissionais e iniciantes da dança.

Com o festival, Belém tornou-se referência regional, através de todas as suas facetas: ballet clássico, ballet moderno, ballet contemporâneo, jazz, sapateado e folclore.

 Ao mesmo tempo, com objetivo de reciclagem e aprimoramento da técnica da dança, serão realizadas oficinas de

Repertório, Jazz Musical, Dança Contemporânea, Técnica Masculina e Dança de Salão. 

Tradicionalmente, o FIDA homenageia uma personalidade da dança, nacional ou internacional. Em sua abertura, este ano, serão homenageados a cantora lírica Maria Helena, Maestro Altino Pimenta, Maestro Waldemar Henrique, o escritor Bruno de Menezes, Prof. Augusto Rodrigues e o cineasta Líbero Luxardo. 

O XXVIII FIDA receberá  como convidados especiais o primeiro bailarino e a primeira bailarina do Teatro Municipal do RJ,

Cicero Gomes e Liana Vasconcelos, além de André Malosá (SP), professor, coreógrafo e diretor artístico do Malosá Studio de Dança, da bailarina, coreógrafa e professora Tatiana Estrella (RJ), e Flávia Burlini (RJ), professora, coreógrafa e delegada do CBDD - RJ.

 O evento acontecerá entre os dias 20 a 24 de outubro, com apresentações e oficinas, no Teatro da Paz, Teatro Estação Gasômetro, Polo Cultural São José Liberto e Boulevard Shopping.

 “A dança é uma das formas de movimentar a cultura da Amazônia, pois o FIDA é muito mais que um evento. É forma de trocarmos experiências e de mostrarmos ao mundo os nossos talentos”, finaliza Clara Pinto.