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Prefeitura de Ananindeua promove 1º Remada Insular


Para promover ações que envolvam as atividades de turismo de aventura no município de Ananindeua, a Prefeitura realizará no próximo domingo, 15, a 1º Remada Insular com percurso de 8km, que reunirá mais de 60 remadores. Não haverá inscrições. Qualquer remador profissional poderá participar, mas precisará ter um barco de apoio. As modalidades serão stand up paddle, caiaque de pesca e oceânico. 


A largada será às 9h, na Marina Canto da Ilha e durante o trajeto os remadores irão contemplar os principais furos e rios da região, onde acontecerão duas paradas, a primeira na Comunidade Nova Esperança e a segunda no Restaurante Sal da Terra, localizada na Ilha de João Pilatos, antes do retorno à Marina. 


Durante o evento, acontecerá o lançamento oficial do Turismo de Aventura na região das Ilhas de Ananindeua.  

Inscrições para o Enem 2022 começam hoje 


Taxa pode ser paga por Pix ou cartão de crédito 

Eventos serão realizados no dia 1º de maio, no Portal da Amazônia


O Dia do Trabalhador será de muito esporte e lazer em Belém. Após dois anos sem serem realizados devido à pandemia da Covid-19, a Corrida e a Caminhada do SESI voltarão à ativa e com uma edição especial em comemoração aos 30 anos da corrida. A concentração começará às 4h da manhã, no Portal da Amazônia. 

  

As inscrições para as provas já estão sendo realizadas e os valores são de R$ 50 para a corrida e R$ 20 para a caminhada, e podem ser realizadas pelo site www.sesipa.org.br ou presencialmente, em horário comercial, na sede do Sistema FIEPA. 

  

A programação especial de 30 anos contará com aulão de ginástica, massagem, orientação nutricional, DJ e bandas. No total, serão disponibilizadas 4 mil vagas, sendo 3 mil para a corrida e 1 mil para a caminhada. A Corrida tem percurso de 10 km e é destinada aos praticantes regulares de corrida de rua, em bom condicionamento físico. Já a Caminhada percorre 4 km e receberá o público adepto de atividades físicas leves. 

  

Premiação – A corrida do SESI premia 35 categorias que são separadas entre: Indústria, Comunidade, Cadeirante, Deficiente Visual Masculino e Sistema FIEPA. Grupos com maior número de participantes inscritos também são premiados. Podem concorrer indústrias e academias/grupos de corrida e a ideia é valorizar os incentivadores da prática esportiva. 

Governador Helder Barbalho esteve na sede da CBF detalhando andamento das obras do estádio

 Com objetivo de receber um jogo oficial da Seleção Brasileira de futebol masculina para celebrar a reabertura do novo Estádio Estadual Jornalista Edgar Proença, popularmente conhecido como Mangueirão, em Belém, o governador Helder Barbalho esteve com a cúpula da Confederação Brasileira de Futebol (CBF) nesta terça-feira (15). O encontro foi realizado na sede da Confederação, no Rio de Janeiro. 

Na oportunidade, o chefe do Poder Executivo Estadual paraense detalhou o andamento das obras de reconstrução e modernização do novo Mangueirão. O equipamento, que conta com investimentos de R$ 146 milhões de recursos próprios do Estado, está em ritmo acelerado com mais de 50% das obras já realizadas e com previsão de reabertura para o mês de setembro deste ano. 

Durante a reunião de trabalho, o governador Helder Barbalho contextualizou o sentimento de admiração do povo paraense para com a Seleção Brasileira, e relembrou que antes do início das obras, o Estado oficializou, junto à CBF, o desejo em receber um jogo da Seleção e ressaltou que as obras no estádio já superaram as intervenções de engenharia mais trabalhosas. 

"Apresentamos para a Confederação Brasileira de Futebol os investimentos que o Governo do Estado tem realizado para transformar o nosso principal estádio em uma praça desportiva moderna que esteja à altura do futebol paraense, brasileiro e para eventos de natureza internacional. "Temos a certeza que, com a conclusão das obras, o Estado do Pará terá uma arena moderna com segurança e acessibilidade para os torcedores e, acima de tudo, um ambiente adequado para os grandes eventos e jogos. Que seja importante para atividade de futebol profissional, mas o esporte amador possa enxergar no novo Mangueirão um lugar adequado para bem acolher os paraenses", disse o governador Helder Barbalho. 

O chefe do Poder Executivo Estadual ponderou que a presença da Seleção Brasileira de futebol masculina contempla todo esforço realizado pelos paraenses para modernização do estádio. Helder Barbalho também adiantou que na rodada de reabertura do Mangueirão estará, também, o maior clássico da Amazônia: o RexPa. 

"Desejo que possamos, na reabertura do novo Mangueirão, receber nossa Seleção, mas também festejar com Remo e Paysandu. Trazer o maior clássico da Amazônia vai mostrar a apaixonada torcida paraense por seus times e pelo futebol novo Mangueirão", ponderou o governador. 

O presidente interino da CBF, Ednaldo Rodrigues, parabenizou a iniciativa do Governo do Estado em reconstruir e modernizar o Estádio Estadual Jornalista Edgar Proença. Ednaldo Rodrigues também elogiou a manutenção arquitetônica do estádio no projeto. 

"Uma satisfação à CBF receber o governador do Pará e sua comitiva. Os recebemos junto com nossos vice-presidentes e presidentes de federações estaduais. Para nós foi uma alegria. Toda vez que chega projeto deste porte ficamos bastante contentes porque a melhoria do futebol brasileiro passa principalmente pela modernização das nossas praças", analisou. 

"O que nós vimos hoje, de tudo que está sendo feito, é realmente uma arena de porte e etiqueta Fifa. Isso abre portas para os grandes jogos, os grandes eventos, não só de clubes que representam muito bem o futebol brasileiro como também a própria Seleção Brasileira", adiantou. 

"Só queremos parabenizar a iniciativa do governador Helder Barbalho e toda sua comitiva com secretários e deputado por trazer para o Brasil a melhoria de uma praça esportiva das mais conceituadas e, principalmente, preservando toda a sua área arquitetônica. Isso é importante para preservar história", completou Ednaldo Rodrigues. 

Durante a reunião, o presidente interino da CBF reafirmou que é um compromisso da Instituição a modernização do Centro de Treinamento que funciona em anexo ao Mangueirão. "Sendo parte do projeto legado da FIFA, foi o primeiro centro construído e que precisa de melhorias. A própria verba deste legado é que vai contribuir para que o centro seja modernizado", relatou o presidente da CBF. 

O coordenador de seleções da CBF, Juninho Paulista, ressaltou que a modernização do Estádio Mangueirão recoloca o Pará na rota de eventos internacionais e jogos das seleções. Juninho também confirmou que a CBF está auxiliando o Estado com orientações técnicas para a modernização do Mangueirão. 

"É excelente essa melhoria. Fico feliz em saber que vamos ter mais uma opção de lugar para receber jogos na região Norte do país. Local importantíssimo para que a seleção esteja. Sempre somos recebidos com muito calor humano e é isso que faz a diferença para os jogadores, eles sentem esse carinho. A torcida entra como um décimo segundo jogador em campo é isso é muito importante. É um Estádio que entrou na rota", disse.

Com mais de 40 anos de existência, há mais de 20, o maior estádio paraense não recebia grandes obras de intervenção para manutenção e modernização da estrutura. Por conta das obras, a última partida no estádio foi no dia 24 de fevereiro de 2021, Remo 2 x 1 Brasiliense-DF, pela final da Copa Verde referente ao ano de 2020. 

Estácio investe na educação de atletas olímpicos e paralímpicos

 


Assim que a pira olímpica foi apagada em Tóquio, os atletas e paratletas do mundo todo retornaram ao seu país de origem para, longe dos holofotes e, mirando nos Jogos Olímpicos e Paralímpicos de Paris em 2024, retomarem a rotina de treinos e competições. 

Pensando no esforço desses atletas e paratletas brasileiros, a Estácio, instituição que, nos últimos 10 anos já investiu mais de 200 milhões no esporte em diversas frentes, como o apoio com bolsas de estudos, verbas diretas, leis de incentivo, promoção de eventos esportivos e projeto sociais, resolveu, como forma de reconhecimento, em parceria com o Comitê Olímpico do Brasil e com o Comitê Paralímpico Brasileiro, proporcionar a formação no ensino superior e na especialização para cada um deles. 

A universidade, que já formou mais de 1000 atletas e hoje apoia mais de 700 atletas e paratletas e é signatária do Pacto pelo Esporte, desde a sua criação, em 2015, espera conceder cerca de 500 bolsas de graduação e pós-graduação, em diversos cursos, ainda no primeiro semestre de 2022 e, assim, promover a interação entre o esporte e a educação permitindo que os esportistas tenham condições de se preparar de forma adequada para os próximos Jogos Olímpicos e Paralímpicos ao mesmo tempo em que se desenvolvem profissionalmente por meio dos estudos. “Nosso investimento na educação dos atletas está alinhado a missão da Estácio de “Educar para Transformar”, lembra Cláudia Romano, vice-presidente de Relações Governamentais, Comunicação e ESG e vice-reitora de Cultura da Estácio.  

 “Os atletas e paratletas brasileiros deram um verdadeiro show em Tóquio e agora, tendo passado os grandes eventos, nós precisamos incentivá-los não apenas a alcançar o pódio, mas também a dar um novo passo em seu futuro, por meio da educação. É neste momento de menor visibilidade que precisamos agir”, ressalta Cláudia. A Estácio desenvolve, de forma permanente, uma série de ações para apoiar e estimular o desenvolvimento dos esportistas em todas as fases da sua vida (iniciação, alto rendimento e pós-carreira), por meio de diversas parcerias, projetos e eventos apoiados pela instituição.

 Assim como Danielle Hypólito, Jade Barbosa, Laís Souza, Marcelinho Machado, Sandra Pires, Yeltsin Jacques, Leomon Moreno, Jennyfer Parinos, entre outros, Rebeca Andrade, ginasta que fez história nos Jogos Olímpicos de 2020, irá iniciar a graduação na Estácio em 2022. “Foram anos de preparação, horas de dedicação e muito trabalho. Hoje, eu posso dizer que estou vivendo um dos momentos mais especiais da minha vida e agora, além da minha carreira de ginasta, eu também vou realizar um outro sonho: minha graduação em Psicologia” comemora a campeã olímpica e mundial que integrará o time de atletas da Estácio. 

“É uma satisfação imensa para o COB proporcionar, através da exitosa parceria com a Estácio, um benefício que fará a diferença na vida dos atletas. Sabemos o quanto eles se esforçam para obterem os melhores resultados para o Brasil e agora também terão uma grande oportunidade de se prepararem para brilhar em outras áreas de atuação. É um orgulho oferecer mais essa medalha para os atletas que fizeram história nos Jogos Olímpicos de Tóquio”, diz Paulo Wanderley, presidente do Comitê Olímpico do Brasil.  

"Educação e Esporte estão sempre lado a lado. O Comitê Paralímpico Brasileiro acredita no poder transformador do esporte e, aliado à Educação, esta mudança pode ser ainda muito maior. Por isso, temos muita alegria, confiança e esperança de que essa parceria entre CPB e Estácio pode mudar a vida de muitos atletas com deficiência, das suas famílias e das pessoas que os cercam. Esperamos que este seja só o começo de uma mudança da percepção da pessoa com deficiência no país. Estamos felizes e orgulhosos por contarmos com a Estácio”, afirmou Mizael Conrado, bicampeão paralímpico de futebol de cinco (Atenas 2004 e Pequim 2008) e presidente do CPB.

 A Campanha será veiculada nas mídias sociais da Estácio, do Comitê Olímpico Brasileiro e o do Comitê Paralímpico Brasileiro. Os atletas poderão conferir as condições e realizar a pré-inscrição por meio do formulário eletrônico: https://forms.office.com/r/nzum380XGu .

  Estácio no Esporte

 Com mais 50 anos de tradição, a Estácio – uma das maiores e mais respeitadas instituições de ensino superior no Brasil – é a universidade que mais investe no esporte. Por acreditar que o Esporte envolve a construção de valores, incentivo à superação e à autonomia com ética, espírito coletivo e compromisso social e, por entender, que quando associado à educação, promove transformações duradouras, há mais de 10 anos, a Estácio vem formando campeões dentro e fora da sala de aula e promovendo eventos esportivos, projeto sociais e diversas ações alinhadas com a sua missão de “Educar para Transformar”.

 A Estácio já formou mais de mil competidores e, atualmente, apoia mais 700 atletas e paratletas com bolsas de estudos. Nas Olímpiadas e Paraolimpíadas de Tóquio, 10% dos esportistas brasileiros eram alunos da instituição, como Fernando Scheffer, medalhista da natação, e Laura Pigosi, no Tênis. Além deles, grandes nomes do esporte como Sandra Pires - formada em Educação Física; Marcelinho Machado, formado em Marketing; Helia Souza “Fofão”, formada em Marketing; Daniele Hypólito, aluna de Marketing; Laís Souza, aluna de História; entre outros destaques estudam ou estudaram na Estácio. 

A Instituição, que também é signatária do Pacto pelo Esporte, tem parcerias com Confederações, Federações, Institutos ligados ao esporte, como o Instituto Fernanda Keller, Instituto Guga Kuerten, Instituto Reação, Comitê Olímpico do Brasil, e Comitê Paralímpico Brasileiro. Todo o trabalho é realizado no Pilar Esporte e envolve o Terceiro Setor, dando oportunidades para jovens em vulnerabilidade social a praticar esporte, estimulando uma melhora significativa nas condições de aprendizado, cidadania e formação de valores.

Parazão Banpará 2022 será lançado em Belém com apresentação do mascote da competição

  

Com novidades em relação à última edição, como apresentação do mascote e transmissão dos jogos para todo o País, o Campeonato Paraense de Futebol - Parazão Banpará 2022 - será lançado em Belém na próxima segunda-feira (24), as 19 h, no Teatro Maria Sylvia Nunes, na Estação das Docas. O evento será transmitido ao vivo pela TV e Portal Cultura, e contará com a presença do governador Helder Barbalho.

 No evento será assinado o contrato de cessão de direitos de transmissão dos jogos entre a Fundação Paraense de Radiodifusão (Funtelpa) e a Federação Paraense de Futebol (FPF), além da formalização do naming rights (direito sobre a propriedade de nomes) da competição, entre o Banco do Estado do Pará (Banpará) e a FPF.

 Nesta edição, de número 110, o campeonato terá a participação dos 12 times que compõem a série A do Parazão Banpará: Águia de Marabá, Amazônia Independente, Paragominas, Paysandu, Bragantino, Itupiranga, Tapajós, Tuna Luso, Caeté, Castanhal, Independente Tucuruí e Clube do Remo.

 O evento inclui a apresentação ao público do mascote do campeonato - um piracucu -, que representa a força e a resistência da cultura paraense. A opção pelo gigante dos rios da Amazônia também alerta para o risco de extinção que a espécie corre por conta da pesca predatória. O público deverá acessar o Portal Cultura e sugerir um ou mais nomes para o mascote. As três sugestões mais criativas serão disponibilizadas para votação.

 Desde 2009, a TV Cultura do Pará detém a exclusividade de exibição dos jogos do Campeonato. Este ano, o Parazão Banpará ampliou a transmissão dos jogos com a entrada da TV Educativa da Bahia, que alcança mais de 10 milhões de telespectadores. Ela se junta à Rede Meio Norte do Piauí e à TV Brasil, levando o campeonato estadual para todo o País em TV aberta e fechada.

 

O Campeonato mantém a tradição, que começou em 2020, com o emblema oficial da competição, o patch, aplicado em todas as camisas dos participantes da temporada. Outro destaque é a imagem de um dos mais importantes símbolos do Parazão Banpará - a taça Estrela do Norte -, que foi moldada seguindo os traços da cultura marajoara, com alças inspiradas na logo do Banpará, carregando linhas que circundam o troféu e representam os cinco valores essenciais do esporte: compromisso, esforço, perseverança, humildade e respeito.

 O primeiro jogo do Parazão Banpará 2022 será no dia 26 de janeiro (quarta-feira), e a final está prevista para ocorrer no dia 3 de abril, de acordo com o calendário elaborado pela Confederação Brasileira de Futebol (CBF), que antecipou os torneios nacionais, já que este ano tem Copa do Mundo.

 Na rodada de abertura, o Paysandu, campeão da última competição, joga em casa contra o Bragantino. O Amazônia Independente, que conquistou o título da série B, estreia na elite do campeonato jogando contra o Clube do Remo. A Tuna Luso, vice-campeã de 2021, enfrenta o Águia de Marabá fora de Belém. O único e tão aguardado clássico RexPa da primeira fase será realizado na penúltima rodada.

Corrida de Belém tem apoio da Prefeitura



 

 A tradicional Corrida de Belém será realizada neste domingo, em homenagem aos 406 anos da cidade. Neste ano, o evento será organizado por uma empresa de microchipagem (ChipBelém) e terá o apoio da Prefeitura de Belém, através da Secretaria Municipal de Esporte, Juventude e Lazer (Sejel). 

A corrida terá largada às 05:30h, do Portal da Amazônia (Atacadão, ao lado do Hospital da Marinha), com retorno previsto ao mesmo local. O percurso passa por pontos turísticos como o Teatro da Paz e Basílica de Nazaré. Durante a entrega dos kits para a corrida, será obrigatória a apresentação do cartão de vacinação. Durante o trajeto, assim como na premiação, os participantes devem estar de máscara, obedecendo aos protocolos de prevenção à covid-19.

 A Corrida de Belém já chegou a ter dois mil participantes, mas neste ano terá restrição de público por conta da pandemia. Serão 500 corredores, em largadas de 100 em 100 pessoas, para evitar aglomerações.

Projeto Supaneiro Chega Ao Marajó Em Ação do Praia Acessível

  

Neste domingo dia 19 de dezembro, na praia da Barra Velha, município de Soure, Ilha do Marajó, ocorre a segunda edição do Projeto Supaneiro. A iniciativa busca por meio do stand up paddle, refletir sobre o descarte de resíduos sólidos em nossos mananciais e como podemos contribuir para a redução de danos neste bioma líquido. A ação, fruto da parceria entre Superação  Stand Up Paddle e River Sea Chocolates, se une ao Projeto Praia Acessível, programa de inclusão da Associação Desportiva de Deficientes do Marajó e APADS - Associação de Pais, Amigos e Deficientes de Soure.

 O projeto Supaneiro alerta sobre a necessidade urgente de preservação das águas do planeta e busca definir formas de nos relacionarmos com nossos rios e mares, fortalecendo comunidades locais, além de desenvolver um olhar sobre a auto responsabilidade e práticas de mudança para reduzir os impactos negativos no meio ambiente e melhorar a qualidade de nossas águas. Para isso, o projeto conta um forte aliado. O paneiro. Cesta de origem indígena, produzida com talos de várias palmeiras da região amazônica, a exemplo do buriti. O paneiro pode ser facilmente encontrado nos mercados de Belém, o objeto além de ter sido escolhido como ferramenta para a coleta de resíduos nas águas de Belém e região, visa fortalecer a identidade ancestral amazônida, como define Mariano D"Aguiar, da River Sea Chocolates.

  O Supaneiro teve início em junho deste ano, dentro da Semana do Meio Ambiente com uma ação de limpeza no rio Benfica e Baía do Guajará, ambos na região metropolitana de Belém. Além de Soure, no Marajó, o projeto pretende alcançar em 2023, as comunidades da Vila da Barca, em Belém e a quilombola, Ababacatal, em Ananindeua. Comunidades às margens de rios, mares e bacias serão visitadas para receber ações do projeto, como explica Ruy Montalvão, um dos idealizadores da iniciativa.

 "Nós, enquanto praticantes de sup, convivemos com todo os tipos resíduos nas águas durante a prática da nossa atividade. Encontramos de tudo no rio. Plástico é o campeão, mas já encontramos vaso sanitário, partes de sofá, televisão. É uma ameaça não só para o nosso esporte, mas para a saúde de todos. Daí a necessidade urgente de realizarmos este trabalho que começa em nós e se estende às comunidades que estão ligadas a estes mananciais", comenta Ruy.

A escolha de Soure como local da ação se deve a sua importância como Resex. Uma área de proteção federal, utilizada por populações extrativistas tradicionais, cujo auto sustento está diretamente ligado ao caranguejo.

 Segundo relatório do Programa da ONU para o Meio Ambiente, Pnuma, divulgado recentemente, revela que a poluição causada por plásticos pode ser duplicada até 2030. A previsão pode trazer consequências graves para a saúde, economia, biodiversidade e clima. 

Para auxiliar o Projeto Supaneiro, será utilizado um aplicativo lançado recentemente, conhecido como EyeSea App. Olho do mar. A ferramenta, criada pelo neozelandês Ryan Graeme é uma forma de registrar informações sobre os resíduos encontrados nas águas. Basta uma foto e o aplicativo registra a localização em GPS, a hora e o tipo de resíduo. 

Com isso, a imagem é colocada em um mapa (ou gráfico) para servir como banco de dados para quem quiser fazer um bom trabalho com eles. Alocar efetivamente os recursos para projetos de limpeza e destacar as áreas necessitadas.

 Para Graeme, a poluição marinha é um problema tão grande que não se pode fazer nada sozinho.

 Pode ser descrito como um problema tão grande que ninguém poderia fazer nada a respeito. Grandes manchas de lixo no Pacífico, mais plástico do que peixes. O que uma pessoa pode fazer?

 O aplicativo EyeSea está disponível tanto para Android quanto IOS e pode ser baixado de forma gratuita. Atualmente, o App está sendo ofertado somente na versão em inglês, mas já existe uma possibilidade para a versão em português, quando a ferramenta alcançar a marca de mil downloads. Você pode ajudar fazendo o download pelos link: https://eyesea.org/

 Serviço Projeto Supaneiro:

 Oficina de SUP Para Pessoas Com Deficiência no Projeto Praia Acessível e Ação de limpeza

 Data: 19.12

 Local: Praia da Barra Velha - Soure (Marajó)

 Horário: 08h às 12h

 Apoio: River Sea Chocolates, EyeSea App, Praia Acessível 

Realização: Superação Stand Up Paddle

Belém receberá o israelense introdutor do Krav Maga na América Latina para lançamento de livro histórico

Grão Mestre Kobi Lichtenstein



No dia 15 de dezembro, Belém receberá a maior autoridade do Krav Maga na América Latina, Grão Mestre Kobi Lichtenstein (faixa-vermelha – 8º Dan), para o lançamento do livro “KRAV MAGA – O Legado de Imi Lichtenfeld”, escrito por ele e sua esposa, companheira nas ações da Federação Sul Americana de Krav Maga, Sandra Lichtenstein. O evento, que encerra a turnê de lançamento de 2021, contará com uma explanação dos autores sobre a obra e sessão de autógrafos. Será realizado a partir das 18h no CENTUR (Av. Gentil Bitencourt, 650, Nazaré, Belém, PA). 

Após 15 anos de pesquisas e de coleta de relatos das pessoas que conviveram com Imi Lichtenfeld, a obra traz o contexto político e histórico em que nasceu e cresceu o criador do Krav Maga, sua formação, a luta contra o fascismo, a viagem que levou dois anos, da Bratislava até Israel, onde se estabeleceu e desenvolveu o Krav Maga como arte de defesa pessoal, feito que deu a ele reconhecimento mundial. 

“KRAV MAGA – O Legado de Imi Lichtenfeld” é o sexto livro escrito por Grão Mestre Kobi Lichtenstein (o quinto em português). Ele foi aluno direto de Imi Lichtenfeld e seu primeiro faixa-preta designado a difundir o Krav Maga fora do Estado de Israel. Grão Mestre Kobi chegou ao Brasil em janeiro de 1990, onde iniciou o trabalho que hoje tem reconhecimento mundial por preservar a obra de Imi da forma como foi criada.

 “Diferente dos livros anteriores, este traz muito mais do que informação. Hoje, com mais de 50 anos de vivência em Krav Maga, acredito que escrever esta obra, em parceria com a Sandra, tornou-se um marco para nós e para a história que construímos por meio da Federação Sul Americana de Krav Maga”, afirma Grão Mestre Kobi. E completa: “Ficamos honrados em compartilhar a filosofia que nasceu da essência de um humanista que se tornou cidadão do mundo por seu legado”. 

 Sobre Imi Lichtenfeld e o Krav Maga - Nascido em 26 de maio de 1910, em Budapeste, Imrir Lichtenfeld (Sde-or) (Z”L) era filho de um detetive do serviço secreto local e instrutor de defesa pessoal e técnicas de imobilização da polícia secreta. Seu tio era médico, o que deu a Imi acesso aos conhecimentos sobre o corpo humano. Incentivado por seu pai, Imi começou praticar várias modalidades esportivas, como luta livre greco-romana e boxe. 

Entre os anos 1936 e 1940, Imi tornou-se líder de um grupo de resistência que lutava contra os grupos fascistas. Em 1940, ele conseguiu escapar da guerra em Bratislava e partiu rumo a Israel em uma odisseia de dois anos.

 Imi lutou no Oriente Médio, em combates na Líbia, Síria, Líbano e Egito, junto às brigadas judaicas, ao lado do exército britânico. Em 1942, recebeu licença para entrar em Israel, onde se tornou responsável pela preparação física e combate corpo a corpo da Haganá, um dos grupos que lutavam pela proteção da comunidade local e pela independência de Israel. Nesse processo, nasceu o Krav Maga. 

Com a criação do Estado de Israel, em 1948, Imi se alistou no “Tzahal”, Forças de Defesa de Israel (IDF), tornando-se o instrutor chefe de preparo físico e Krav Maga. Suas técnicas foram testadas, avaliadas e, então, adotadas como a única filosofia de defesa do país. O Krav Maga passou a ser um caminho de vida, que traz soluções para qualquer tipo de violência, seja ela armada ou desarmada, contra um ou vários agressores e até mesmo contra ataques terroristas e situações com reféns.

 A partir de 1964, o Krav Maga foi liberado para ser difundido além do mundo militar e Imi passou a dar aulas em duas academias, uma em Netanya e outra em Tel Aviv. Imi faleceu no dia 9 de Janeiro de 1998.

 Serviço: lançamento do livro “KRAV MAGA – O Legado de Imi Lichtenfeld” 

Data: 15 de dezembro de 2021

 Horário: a partir das 18h 

Local: CENTUR (Av. Gentil Bitencourt, 650, Nazaré, Belém, PA

COPA VERDE 2021 PROMOVE MANEJO FLORESTAL RESPONSÁVEL

 


Neste sábado, dia 11 de dezembro, acontece a final da Copa Verde 2021, competição de futebol que reúne equipes das regiões Norte e Centro-Oeste, do Distrito Federal e do Espírito Santo, em prol do meio ambiente. Quando o juiz apontar o centro do campo no Estádio Evandro Almeida, o Baenão, na final entre Remo e Vila Nova, em Belém, no Pará, a Amazônia também participará da festa.

O time campeão e o melhor jogador da partida ganharão troféus de madeira nativa certificada pelo FSC, produzidos por artesãos da Movelaria Anambé, empreendimento comunitário administrado pela Cooperativa Mista da Floresta Nacional do Tapajós, no Pará, e idealizados pelos designers Guido Guedes e Alessandra Delgado.

 A Coomflona possui o selo FSC 100% comunitário para manejo florestal desde 2013 e comprova a importância dos pequenos produtores na conservação das florestas. Hoje, eles são parceiros da Iniciativa Design & Madeira Sustentável, desenvolvida pelaBVRio  em parceria com o FSC e a própria cooperativa, que leva designers renomados até a comunidade, viabiliza workshops, troca conhecimentos e conecta os empreendedores da Amazônia ao mercado.  “Produzir esse prêmio é muito importante para nós, porque conseguimos mostrar tudo o que é possível fazer dentro de uma cooperativa administrada por pessoas do interior, como ribeirinhos”, diz Arimar Feitosa Rodrigues, coordenador da movelaria.

 Atualmente, cerca de 200 pessoas trabalham na Coomflona, dentro do manejo florestal. “Desde 2005, ano da fundação, as condições de vida melhoraram muito”, diz Arimar. “Com a certificação FSC, conseguimos mostrar para os clientes da ponta todo o trabalho que é feito e, assim, achar preços mais justos”, completa. Entre os avanços conquistados, Arimar cita a diminuição do desmatamento, o aumento da renda e o acesso à educação. “Isso tudo é visível quando a gente vai para as comunidades, e a cada ano, colhemos melhores frutos”.

 Veja aqui um documentário breve sobre a Iniciativa Design e Madeira Sustentável da BVRio. 

Futebol e sustentabilidade 

A Copa Verde promove uma economia ambientalmente correta, mas também a inclusão social de toda comunidade envolvida.  Beto Mesquita, Diretor de Florestas e Políticas Públicas da BVRio, explica que a Iniciativa Design & Madeira Sustentável visa agregar valor à madeira oriunda de manejos florestais sustentáveis comunitários na Amazônia brasileira. “Acreditamos que todos devem se beneficiar com a economia verde e procuramos apoiar os grupos sociais mais vulneráveis nos setores em que atuamos”, destaca.

 Além disso, a Copa Verde se tornou, em 2016, a primeira competição carbono zero do futebol brasileiro e já compensou mais de mil de toneladas de carbono com o plantio, só na região do Xingu, de 5.000 árvores em regime de agrofloresta. Nesta edição serão compensadas mais 210 toneladas de CO2 e plantadas 914 árvores em Altamira. A competição já retirou do meio ambiente mais de cinco toneladas de garrafas PET, o equivalente a 200 mil garrafinhas. “O futebol é uma poderosa ferramenta para a educação para a sustentabilidade”, afirma Carlos Henrique Rodrigues Alves, consultor de sustentabilidade para a Confederação Brasileira de Futebol (CBF), acrescentando que, ao todo, mais de uma centena de catadores foram envolvidos, gerando renda para essas famílias”. 

O campeão da Copa Verde ganha ainda R$ 150 mil e uma vaga na terceira rodada da Copa do Brasil. Nesta temporada, o valor total das premiações da CBF no campeonato foi de R$ 1.5 milhão. Todos os times receberam incentivo financeiro desde a primeira fase, o que para muitos deles é extremamente significativo.

 A história por trás dos troféus

 O troféu de campeão, criado pelo designer Guido Guedes, foi feito de itaúba, garapeira, ipê e muiracatiara. O contraste de cores das diferentes espécies ressalta a diversidade da flora brasileira e as lâminas multifacetadas convidam a compor trilogias, como ‘Defesa, Meio de Campo e Ataque’, ‘Pessoal, Familiar e Social’ ou ainda ‘Equipe, Adversário e Competição’. “A peça foi toda feita com madeira maciça, fruto de manejo responsável e certificado pelo FSC”, explica Guido.

 Para desenhar o troféu do melhor jogador da partida final, a artista Alessandra Delgado se inspirou na importância da natureza e na sua conexão com o homem. “A esfera simboliza, ao mesmo tempo, uma grande copa de árvore e a bola em jogo, a copa abraçada pelo majestoso tronco, como um abraço à natureza, remetendo à união da equipe em jogo”, explica. Foram utilizadas madeiras de itaúba, muiracatiara e piquiarana.

 As gravações dos logos foram feitas na fábrica da Tramontina em Belém, onde são produzidos móveis de madeira para áreas internas e externas e utilidades domésticas. A Tramontina possui certificação FSC de cadeia de custódia, o que possibilita a rastreabilidade de produtos de origem florestal e garante ao consumidor o uso de matéria-prima de florestas manejadas, segundo rigorosas normas e critérios que levam em consideração não apenas aspectos ambientais e econômicos, mas também sociais. 

União em prol do manejo responsável das florestas

Em 2017, a CBF e o FSC Brasil uniram esforços para implementar ações sustentáveis relativas à Copa Verde e promover o manejo responsável das florestas brasileiras. "Ao juntar duas paixões nacionais, o futebol e a Amazônia, provamos que pode existir um campeonato voltado para práticas socioambientais", diz Daniela Vilela, diretora executiva do FSC Brasil. No ano seguinte, a Iniciativa Design & Madeira Sustentável, da BVRio, foi convidada a reforçar a parceria, valorizando o manejo comunitário.

Segup coordena esquema de segurança para o clássico Rexpa

Na manhã desta segunda-feira (29) foi realizada uma reunião operacional na sede da Secretaria de Segurança Pública e Defesa Social do Pará (Segup) com representantes das forças de segurança do Estado, Secretaria de Estado de Esporte e Lazer (Seel), Superintendência de Mobilidade Urbana de Belém (Semob), além dos representantes do Clube do Remo e Paysandu Sport Club, para alinhar e esquematizar os últimos preparativos para a semifinal da Copa Verde com o clássico Re x Pa. O jogo acontece na próxima quarta-feira (1), no estádio Banpará Curuzu, em Belém. 

Mais de 400 agentes de segurança estarão envolvidos no esquema de segurança do evento para garantir mais tranquilidade e mobilidade ao torcedor que vai assistir à partida na Curuzu. As equipes estarão distribuídas no entorno do estádio, nas vias de acesso ao local, e ainda, nos bairros onde foram identificados, por meio da Secretaria Adjunta de Inteligência e Analise Criminal (Siac) ligada à Segup, pontos de torcidas organizadas e rivais, a fim de coibir e inibir ações que possam prejudicar os torcedores e o andamento da partida.

 "Para a realização do próximo RexPa a logística de segurança foi planejada em conjunto com os órgãos de segurança, assim como órgãos municipais e a Seel para que possamos garantir uma partida mais segura. A Polícia Militar fará o policiamento com 11 horas de antecedência e também durante e no pós-jogo, atuando de forma conjunta com o Detran, que fará fiscalizações com cinco horas de antecedência para que o fluxo do trânsito seja de fácil acesso no entorno do estádio, bem como, o funcionamento normal da cidade, pois o jogo vai acontecer em um dia de expediente normal e pensamos em não causar transtorno à população em geral. Todo o planejamento foi esquematizado, com apoio da nossa inteligência, para que possamos evitar incidentes e proporcionar mais segurança aos torcedores e a sociedade", pontuou o Coordenador do Núcleo de Operações da Segup, Coronel Ângelo Corrêa.

 Protocolos - A partida será realizada dentro dos protocolos estipulados e aprovado pela Federação Paraense de Futebol. Os portões serão abertos às 16h. As equipes de segurança e da vigilância sanitária irão fiscalizar a entrada dos torcedores e conferir os ingressos nominalmente, RG e CPF, além da carteira de vacinação ou o ConecteSUS com a comprovação das duas doses das vacinas disponíveis para Covid-19 ou uma dose da Jansen. A partida contará com público único e iniciará às 20h.

 "O acesso vai funcionar como já vem ocorrendo nos últimos jogos, os torcedores já tem conhecimento do protocolo aprovado pela Federação Paraense de Futebol, com fiscalização, cobrança da carteira de vacinação exigindo as duas doses da vacina na entrada dos estádios, assim como demais protocolos ajustados para que a partida possa ocorrer de forma segura e cumprindo com os cuidados cabíveis exigidos", reforçou o coordenador.

Paraense Nayson Costa é bicampeão brasileiro do surf em água doce

 


O surfista paraense, natural do município de Salinópolis, Nayson Costa, 23, é bicampeão brasileiro de surf em água doce. O título foi anunciado na manhã deste domingo, 21, após dois dias de seletivas na praia do Marahú, na ilha de Mosqueiro. 

O pódio da categoria open se completou com Isaías Silva (CE), em segundo lugar; Jeová Rodrigues (CE), em terceiro, e Júnior Rocha (PE), em quarto lugar. 

Nayson Costa confirmou seu favoritismo e está mais preparado para encarar o desafio do Campeonato Brasileiro de Surf Profissional, que realizado, em dezembro, na Bahia. 

Evento de primeira linha

 A comissão de arbitragem - chefiada pelo experiente árbitro cearense Pedro Viana -, considerou o evento de primeira linha e único no mundo. O surf em água doce é destacado no planeta pela beleza exótica da ilha de Mosqueiro, berço da Amazônia Paraense. 

O campeonato foi realizado pela Federação Paraense de Surf com chancela da Confederação Brasileira de Surf e patrocinado pela Prefeitura de Belém, por meio da Agência Distrital, e Secretaria de Estado de Turismo (Setur).

 O campeonato recebeu 94 inscrições e foi distribuído em três categorias: open, master e local. Nessa última, foram campões os surfistas de Mosqueiro: Márcio Correia, em primeiro; Luciano André, em segundo, e Fabrício Manduca, em terceiro lugar. 

No master, categoria que reúne os atletas com idade acima de trinta anos, os premiados foram: Isaias Silva (CE), em primeiro; Márcio Correia, em segundo; Jeová Rodrigues (CE), em terceiro; e Sandro Buguelo (PA), em quarto. Sandro Buguelo é o paraense tricampeão do surf na pororoca.

 Os campeões levaram troféus e premiação em dinheiro para casa. O bicampeão Nayson Costa dedicou o título ao filho recém-nascido. “Vou comprar um presente pro meu filho”, disse o jovem.

 Modalidade olímpica

 Segundo Noélio Sobrinho, presidente da Federação Paraense de Surf (Fepasurf), o campeonato transcorreu na normalidade e a cada ano atrai atenção do público, atletas e pessoas que agora veem no surf uma modalidade esportiva e olímpica passível de ser praticada para qualidade de vida e contato com a natureza. 

“O surf está despertando interesse das pessoas, sobretudo, após a conquista da medalha olímpica pelo Ítalo Ferreira e Mosqueiro faz parte da construção dessa história bonita porque é rota do esporte, juntamente com outros lugares como Indonésia, Havaí entre outros”, destaca. 

Grande circuito esportivo

 A agente distrital de Mosqueiro, Vanessa Egla, acompanhou a etapa final do campeonato e participou da solenidade premiação. Ela disse que em 2022, o evento deverá receber outras atrações esportivas e culturais.

 Em nome do prefeito de Belém, Edmilson Rodrigues, Egla destacou a importância do evento para os setores do turismo e gastronomia de Mosqueiro e adiantou que o campeonato já está incluso no calendário oficial de eventos da Agência Distrital reunindo ainda outras modalidades numa espécie de grande circuito esportivo e shows artísticos.

 Nesta quarta versão de 2021, o evento atraiu para Mosqueiro um bom público. A programação foi animada pelo DJ Vitor Pedra, do bairro da Cremação. Ele disse que estava muito honrado em participar e divulgar também seu trabalho e agendas de shows em Belém com grandes nomes do regaee nacional e o evento de tributo a Bob Marley, maior ídolo dos amantes do ritmo. 

“A gente só tem a agradecer à Prefeitura de Belém em patrocinar essa trupe do surf, formada por gente simples, batalhadora e muito feliz no que faz”, disse. 

Mosqueiro apaixonante 

Para chegar a Mosqueiro, atletas do Ceará e Pernambuco encararam mais de trinta horas de viagem de ônibus, mas confessaram que foi “paixão a primeira vista” por Mosqueiro. “Esse lugar é incrível, maravilhoso, eu gostaria até de ficar morando por aqui”, disse o atleta Jeová Rodrigues, que mora em Fortaleza e pratica o surf na praia da Formosa ou Leste-Oeste como é mais conhecida entre os surfistas.

 Já o pernambucano Júnior Rocha, natural da cidade de Cabo de Santo Agostinho, na grande Recife, também destacou as belezas de Mosqueiro. “Amei esse lugar e quero voltar outras vezes”. 

O paraense Sandro Buguelo chegou a Mosqueiro com a esposa Simone e a cadelinha Duda. O casal mora em Salinópolis, nordeste paraense, onde mantém uma escolinha de surf e um cotidiano peculiar de acordar cedo e levar a vida em meio à natureza.

 "Sou o melhor de Mosqueiro"

 Já o campeão Nayson, também precisou pegar a estrada e chegar a Mosqueiro em tempo de realizar manobras que conquistaram os juízes. “As ondas de Mosqueiro são diferentes porque as águas são mais densas, pesadas, mas a gente consegue se adaptar, buscando o equilíbrio entre o fácil e o difícil”, brincou. “Com esse bicampeonato posso dizer que sou o melhor de Mosqueiro”, completou.

 O Campeonato Brasileiro de Surf em Água Doce ainda realizou apresentações de manobras noturnas na praia do Farol. A comissão de arbitragem foi formada por Neto Marques (PA), Roberto Bade (PE) e Pedro Viana (CE), que já acompanhou provas dos supercampeões Gabriel Medina e Ítalo Ferreira.

 A partir da próxima semana, as atenções se voltam para o Estado da Bahia, onde será realizado o certame brasileiro profissional com o paraense Nayson Costa nas águas. O paraense é o sexto melhor no ranking nacional.